terça-feira, 17 de novembro de 2020

Plano de estudo tutorado volume 6 - semana 3 - 6º ano

PLANO DE ESTUDO TUTORADO VOLUME 6

3 º SEMANA HISTÓRIA 6º ANO

Unidade temática – Lógica de organização política

Subtema: O Império Bizantino e o Cristianismo

                              O Império Bizantino e o Cristianismo

       A origem do Império Bizantino está ligada às mudanças ocorridas no centro do poder administrativo do Império Romano, a partir de meados do século III. No ano de 395 d.C., o Imperador Teodósio dividiu o enfraquecido Império Romano em duas partes: Império Romano do Ocidente e o Império Romano do Oriente.

        Enquanto invasores bárbaros devastavam o Império Romano do Ocidente, o Império Romano do Oriente e sua capital, Constantinopla (hoje Istambul), prosperavam. A localização era privilegiada, pois havia sido construída numa encruzilhada de importante rota marítima (entre o Mar Negro e o Mar Mediterrâneo). Seu primeiro imperador, Constantino (governou de 324 a 337), promovera a tolerância religiosa e fizera do cristianismo a religião oficial do Império.

       O apogeu do Império Bizantino foi alcançado na época do imperador Justiniano (século VI). Ele dirigiu a redação da importante coleção de leis, o código Justiniano. Quando Justiniano morreu, em 565, o Império Bizantino se estendia da Espanha à Pérsia.

        A forte religiosidade no Império Bizantino refletiu-se nas manifestações artísticas: pinturas, mosaicos, iluminuras, afrescos, esculturas, literatura e arquitetura eram expressões artísticas que exaltavam principalmente acontecimentos bíblicos, a vida dos santos, a importância da fé. Além do aspecto religioso, a arte bizantina valorizava a figura do imperador, apresentando-o como um mediador entre Deus e o ser humano.

Atividade 1- O turbulento período de invasões bárbaras foi acompanhado, na Europa Ocidental, por uma difusão gradual do Cristianismo. O imperador Constantino (306 – 337), considerado o último dos grandes imperadores romanos, garantiu a liberdade de culto dos cristãos. Depois disso, a religião cristã se disseminou por todo o Império Romano. O Cristianismo tornou-se a religião oficial desse Império em 391, sob o governo de Teodósio, que reconhecia, dessa forma, o sucesso do novo credo. Daí em diante, ele foi adotado por um número cada vez maior de pessoas. Pelo que você compreendeu, qual foi à importância do imperador romano Constantino na história do cristianismo?

RESPOSTA PESSOAL – Leia com atenção o texto suporte da pergunta, a resposta está nele.

Atividade 2- Observe o mapa e responda:


a) Em que continente situava-se Constantinopla? Lembre-se que esta região hoje faz parte do território da Turquia.

RESPOSTA PESSOAL - A Turquia está localizada na fronteira entre dois continentes, a Europa e a Ásia. Observe com atenção o mapa, a cidade de Constantinopla fica em qual lado: Europa ou Ásia?

b) A localização geográfica teve importância na história de Bizâncio? Justifique.

RESPOSTA PESSOAL- Se o Império Bizantino localiza-se entre dois continentes importantes, você acha que isso é importante? Por quê?

c) Quais os meios de transporte utilizados pelos mercadores de Constantinopla?

RESPOSTA PESSOAL – O Império Bizantino era banhado pelos seguintes mares: Mar Negro, Mar Mediterrâneo e Mar Egeu. Para transportar as mercadorias da África para Europa / Ásia, qual melhor meio de transporte (rapidez). Lembrando que naquela época não existia carro nem avião.

Atividade 3- Qual a importância histórica de Justiniano para o Império Bizantino?

RESPOSTA PESSOAL- Leia com a atenção e observe as palavras em negrito.

Atividade 4 – Em seu caderno, faça uma lista dos principais aspectos do apogeu e da queda de Bizâncio.

RESPOSTA PESSOAL- Vou indicar uma página confiável para você ler e indicar esses aspectos.

https://www.todamateria.com.br/imperio-bizantino/

Pra facilitar reproduza o quadro abaixo:

                                                                      IMPERIO BIZANTINO

 

APOGEU ( PONTO MAXIMO DE DESTAQUE)

QUEDA

 

 

 

Atividade 5 – Explique à afirmativa: “A sociedade bizantina era essencialmente urbana.”

RESPOSTA PESSOAL- Economicamente, Império Bizantino não destacou na produção agrícola, mas no comércio. Vamos pensar, onde o comércio é mais viável no campo ou na cidade (mais consumidores) ?

Atividade 6 – Aponte as principais características da arte bizantina.

RESPOSTA PESSOAL- Leia com a atenção e observe as palavras em negrito.

ASSISTA AO VÍDEO SOBRE O IMPÉRIO BIZANTINO




quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Plano de estudo tutorado volume 6 - semana 2- 8º ano

PLANO DE ESTUDO TUTORADO 6º VOLUME

Semana 2  História 8º ano

Unidade temática: O Brasil no século XIX

Subtema: Guerra do Paraguai

                                                A morte na Bacia do Prata

      A Bacia do Prata é formada pelas águas dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai e no século XIX representava a única comunicação da província do Mato Grosso com a capital do Império Brasileiro, o Rio de Janeiro. Representava também a única forma de escoamento da produção paraguaia, uma vez que este país não tinha saídas para o mar, fazendo-os dependentes das águas destes rios para sobreviver economicamente.

    Em 1864 o Brasil era governado pelo Imperador D. Pedro II, no que foi chamado de Segundo Reinado e buscava continuar exercendo seu domínio político sobre as sociedades cisplatinas, desta vez, visava interferir politicamente nas eleições uruguaias, marcadas para aquele ano. Dois grupos políticos disputavam o poder no Uruguai, os Colorados e os Blancos, o Império brasileiro era apoiador dos primeiros e decidiu invadir o país vizinho para garantir a vitória dos Colorados.

    O Paraguai era governado por Francisco Solano López e era aliado dos Blancos e ao receber a notícia da invasão brasileira ao Uruguai para apoiar os Colorados, rompeu relações diplomáticas com o Império Brasileiro em outubro de 1864. No mês seguinte, o governo do Paraguai apreendeu o navio brasileiro Marquês de Olinda, que rumava para a cidade de Cuiabá no Mato Grosso. A situação agrava-se em dezembro quando um exército paraguaio composto por cerca de 7.700 militares invade e domina facilmente a região da província do Mato Grosso. A diferença de efetivos militares era imensa, enquanto os paraguaios contavam com quase 8 mil homens, as forças brasileiras na região eram representadas apenas por 875 militares do Exército e cerca de 3 mil homens da Guarda Nacional.

    Após dominar a região de Mato Grosso, Solano López mobilizou suas tropas para socorrer seus aliados Blancos no Uruguai na guerra contra as tropas brasileiras, para isso solicitou ao líder argentino, Bartolomé Mitre, que permitisse a passagem de suas tropas pela região de Corrientes para invadir o território do Rio Grande do Sul. Mitre era aliado aos Colorados e negou a passagem aos paraguaios, diante da recusa, López declara guerra à Argentina e invade a região de Corrientes.

    A declaração de guerra à Argentina formaliza a criação da Tríplice Aliança, unificando as tropas de Brasil, Argentina e os colorados uruguaios, visando derrotar os Blancos e as tropas de Solano Lopez do Paraguai a partir de 1865. A investida paraguaia em Corrientes foi um grande fracasso e López teve que adotar uma posição meramente defensiva no conflito, buscando evitar que as tropas da Tríplice Aliança invadam seu país.

    A batalha mais importante deste conflito ocorreu entre as forças navais brasileiras e paraguaias no que foi chamada de Batalha de Riachuelo, onde a Marinha do Brasil alcançou importante vitória, destruindo grande parte das forças navais paraguaias e deixando a bacia platina sob o controle da forças da Tríplice Aliança, deixando as tropas de Solano López isoladas no Paraguai.

    A guerra só chegou ao fim quando tropas brasileiras matam Francisco Solano Lopez em 1870 na Batalha de Cerro Corá. Para os países envolvidos, a Guerra do Paraguai trouxe resultados diferentes e talvez menos valiosos do que o esperado. Para Argentina e Uruguai, trouxe consolidação política na região, mas não trouxe estabilidade política para suas nações, já para o Brasil, a guerra representou uma profunda crise econômica, uma vez que o Império Brasileiro custeava quase todas as despesas da Tríplice Aliança, resultando em gastos que estouraram o orçamento brasileiro. Entretanto, o Exército Brasileiro voltou ao país extremamente valorizado, com seus líderes considerados heróis nacionais, dando a este grupo social um grande poder político na segunda metade do século XIX no Brasil.

   O país mais prejudicado no conflito foi justamente o Paraguai, uma vez que o conflito ocorreu em suas terras, gerando grande destruição de sua infraestrutura e economia. Como perda de guerra teve que ceder parte de seus territórios à Argentina e ao Brasil, enfraquecendo ainda mais suas tentativas de recuperação. A população teve um grande número de baixas, estima-se que ao menos 150 mil paraguaios tenham perdido a vida no conflito, equivalente a um quinto da população na época. Até os dias atuais, a sociedade paraguaia busca se recuperar deste violento conflito.

 ATIVIDADE 1 - Diante do texto acima, responda às seguintes questões acerca da Guerra do Paraguai:

a) Qual era o interesse do governo brasileiro nas eleições uruguaias de 1864?

RESPOSTA PESSOAL - Leia o texto com atenção. Preste atenção nas palavras em negrito.

b) Qual a importância econômica da Bacia do Prata para região no século XIX?

RESPOSTA PESSOAL- Leia o texto com atenção. Preste atenção nas palavras em negrito.

c) O que foi a Tríplice Aliança?

RESPOSTA PESSOAL- Leia o texto com atenção. Preste atenção nas palavras em negrito.

d) Qual o impacto do conflito para a nação paraguaia?

RESPOSTA PESSOAL- Leia o texto com atenção. Preste atenção nas palavras em negrito.

e) Porque podemos afirmar que o conflito foi oneroso ao Império Brasileiro?

RESPOSTA PESSOAL- Leia o texto com atenção. Preste atenção nas palavras em negrito.

Assista ao vídeo sobre a Guerra do Paraguai



terça-feira, 10 de novembro de 2020

Plano de estudo tutorado volume 6 - semana 2 - 6º ano

PLANO DE ESTUDO TUTORADO VOLUME 6

2 º SEMANA HISTÓRIA 6º ANO

Unidade temática – Lógica de organização política

Subtema: Os reinos germânicos

                                   Os reinos germânicos

    Como estudamos anteriormente, no mundo romano predominou o modo de produção escravista. A partir do século III, o escravismo romano entra em crise. A produção agrícola entrou em queda. Depois que o Império Romano se dissolveu, a Europa ficou dividida em pequenos reinos, cada um deles governado por um grupo de povos germânicos invasores.

   Os povos germânicos dividiam-se em vários grupos, com grandes diferenças culturais entre si. Entre esses povos se destacavam os francos, os godos, os vândalos, os anglos, os saxões, os lombardos, entre outros. Mesmo com algumas diferenças, eles apresentavam semelhanças em suas formas de organização econômica, política e social.     

   Esses povos praticavam a agricultura plantando coletivamente produtos como trigo, cevada e centeio e criavam rebanhos de boi, porcos e carneiros. Praticavam o comércio a base de trocas de mercadorias. Eram politeístas, acreditavam em vários Deuses, principalmente Odin, deus da guerra e da magia.

    A organização social baseava-se na família, tendo o pai como a figura central. Os germânicos eram muito independentes, o que dificultava a formação de um Estado com poder centralizado. Em épocas de guerra, eles escolhiam um chefe, que liderava o comitatus (grupo de guerreiros armados). Em uma sociedade militarizada, o chefe guerreiro era uma das figuras mais importantes da tribo. Com o tempo, a liderança do chefe guerreiro passou a ser hereditária. Durante os séculos V e início do século VI, os germânicos fixaram-se em terras das antigas aristocracias romanas. Assim, os líderes guerreiros tornaram-se reis.

ATIVIDADE 1 - Entre os reinos germânicos, houve um que se tornou muito poderoso: o Reino Franco. No início do século V, eles ocuparam a Gália, região da atual França, e conseguiram uma maior estabilidade devido às relações estabelecidas com a Igreja Católica que, naquela época, passava por um período de fortalecimento. A expansão do Reino Franco ganhou impulso com o Rei Clóvis (466-511), da dinastia Merovíngia. Em fins do século V, Clóvis se converteu ao cristianismo. Explique por que Clóvis teria se convertido? Quais os fatores motivaram esta aliança? Comente a relação entre a Igreja e o Reino Franco.

RESPOSTA PESSOAL- Vamos pensar um pouco! Sou um povo invasor, a população deste território invadido é cristã. Por que apesar de acreditar em vários deuses vou mudar de religião que crê num só deus. Qual meu interesse? Será que vou ser mais bem aceito e obedecido ser for cristão?

ATIVIDADE 2 - Após a morte de Clóvis, o reino Franco passou por um período de divisões entre os herdeiros do trono e se enfraqueceu. As funções do rei passaram a ser desempenhadas por um alto funcionário da corte, os prefeitos do palácio, também chamados de mordomos dos palácios. Um desses prefeitos do palácio foi Carlos Martel, que conquistou muito prestígio por ter comandado o exército franco que deteve o avanço dos muçulmanos. Após a sua morte, inicia-se a Dinastia Carolíngia, sob o comando de Pepino, o Breve. Para reforçar o poder, Pepino fez um acordo político com o Papa, enviou tropas para a Itália e ajudou-o a se tornar o rei de Roma. O sucessor de Pepino ao trono foi seu filho Carlos Magno, que governou durante 46 anos. Agora é com você! Pesquise em livros ou na internet quais foram as principais características políticas, econômicas e culturais do reinado de Carlos Magno.

RESPOSTA PESSOAL- Indico paginas confiáveis de pesquisa. Leia com atenção os textos

 https://www.sohistoria.com.br/ef2/carolingio/p1.php

https://www.todamateria.com.br/quem-foi-carlos-magno/

Para facilitar reproduza o quadro abaixo:

                                                    REINO DE CARLOS MAGNO

 

POLITICA

 

ECONOMIA

 

CULTURA

 

ATIVIDADE 3 - Produza um texto sobre os povos germânicos, abordando os seguintes aspectos:

• como viviam;

• como obtinham seus alimentos;

• como estava organizada a sua sociedade;

• como eram suas leis;

• como eram suas crenças religiosas.

RESPOSTA PESSOAL- Leia com atenção o texto suporte e observe as palavras destacadas.

ATIVIDADE 4 – Preencha o dado abaixo, referente aos Germânicos e aos Romanos.

 

ROMANOS

GERMANOS

ECONOMIA

 

 

ORGANIZAÇAO SOCIAL

 

 

ORGANIZAÇAO POLITICA

 

 

RELIGIAO

 

 

RESPOSTA PESSOAL- Volte a questão anterior para ter as informações sobre os germanos e ao PET 5 para saber sobre os romanos.

Assista ao vídeo sobre os povos germânicos



quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Plano de estudo tutorado volume 6 - semana 1 - 8º ano

PLANO DE ESTUDO TUTORADO 6º VOLUME

Semana 1  História 8º ano

Unidade temática: O Brasil no século XIX

Subtema:As  forças políticas no início do Segundo Reinado no Brasil

                   As Forças Políticas no início do Segundo Reinado no Brasil

Quem vai controlar o jovem imperador brasileiro, D. Pedro II?

   O Segundo Reinado no Brasil foi o período mais longo em que um governante esteve à frente do poder em nosso país, iniciando-se em 1.840, com o chamado “Golpe da Maioridade”, antecipando a posse de D. Pedro II, então com 14 anos de idade e terminando em 1.889 com a Proclamação da República. A turbulenta posse do jovem imperador foi reflexo da instabilidade política brasileira no Período Regencial, em que os membros liberais da sociedade anteciparam a chegada ao trono de Pedro de Alcântara para frear o que consideravam um retorno ao conservadorismo da Regência Araújo Lima.

   O cenário político nacional com um jovem de 14 anos sentado no trono do império brasileiro em um período em que várias rebeliões eclodiram em todo o território e as incertezas da capacidade de governar do novo imperador fizeram com que os grupos políticos dominantes buscassem um papel protagonista nesta instável sociedade. Os antigos regressistas, apoiados pelas lideranças das províncias nordestinas, altos funcionários do governo, comerciantes e grandes proprietários de terra fundaram o Partido Conservador enquanto as lideranças do Centro-Sul e membros da sociedade urbana criaram o Partido Liberal. Ambos buscavam o domínio do Parlamento brasileiro no intuito de tentar estar mais próximos das tomadas de decisão do jovem Imperador.

   Os Liberais formaram o primeiro ministério de D. Pedro II, favorecidos pelo fato de terem sido responsáveis pelo Golpe da Maioridade, mas os conservadores eram a maioria na Câmara dos Deputados e exigiram novas eleições para o Parlamento, que ocorreu em outubro de 1.840, mediante vários casos de violência, corrupção e fraudes eleitorais pelos dois partidos. Os Liberais saíram-se vitoriosos, causando novo pedido dos Conservadores para realização de eleições e em revoltas liberais nas províncias de Minas Gerais e São Paulo.

  Em 1.847, visando estabilizar o cenário político do Brasil, o Imperador cria o cargo de Presidente do Conselho de Ministros, no que ficou conhecido como primeira experiência parlamentarista no Brasil ou “Parlamentarismo à Brasileira”. No modelo brasileiro, D. Pedro II, valendo-se do Poder Moderador, nomeava o Presidente deste conselho que por sua vez escolhia o gabinete ministerial, posteriormente novas eleições eram realizadas para confirmar a maioria do Partido neste gabinete. Este sistema perdurou por quase todo o Segundo Reinado.

ATIVIDADE 1 – Quais os partidos políticos que se consolidaram após 1.840 no Brasil e quais grupos sociais os formavam?

RESPOSTA PESSOAL- Leia o texto com atenção. Preste atenção nas palavras em negrito.

ATIVIDADE 2 - Porque podemos dizer que o Partido Liberal tinha mais proximidade com o jovem imperador nos primeiros anos de seu reinado?

RESPOSTA PESSOAL- Leia com atenção o texto, o que os liberais fizeram que os aproximassem de D. Pedro II.

ATIVIDADE 3 - Busque na internet ou consulte seu professor de história sobre o modelo de monarquia parlamentarista na Inglaterra e compare com o modelo adotado no Brasil no Segundo Reinado.

RESPOSTA PESSOAL- Observe com atenção a imagem abaixo. Qual a diferença entre o parlamentarismo inglês e o brasileiro?


Assista ao vídeo sobre a politica no Segundo Reinado




terça-feira, 3 de novembro de 2020

Plano de estudo tutorado volume 6 - semana 1 - 6º ano

 1 º SEMANA HISTÓRIA 6º ANO

Unidade temática – Lógica de organização política

Subtema: Queda do império Romano e o nascimento da Idade Média

                Queda do Império Romano e o nascimento da Idade Média

Relembrando...

  O Império Romano atingiu o tamanho máximo no século III. Dois séculos depois, a cidade de Roma perdeu a capacidade de controlar o Império, que simplesmente quebrou em inúmeras partes diferentes. E por que o Império Romano deixou de existir? Um motivo muito forte foi a chegada dos povos bárbaros. Os romanos chamavam de bárbaros os diversos povos que viviam fora das fronteiras do Império.

  A primeira onda de invasores germânicos começou em 406, quando uma confederação de suevos, vândalos e alanos, marchou através do Reno. Em 410, os visigodos saquearam Roma. Assim, os povos bárbaros desmembraram o que restou do Império Romano: anglos e saxões ocuparam a Bretanha e francos tomaram o norte da Gália. No ano de 476 d.C, o Império do Ocidente desabou completamente. O último imperador romano foi deposto, com a invasão dos hérulos (povos germânicos).

  À medida que se estabeleciam em diferentes pontos da Europa, os “bárbaros” fundavam reinos. Assim, o que era um vasto território dominado por um imperador, tornou-se uma imensa colcha de retalhos. Elementos da cultura romana e da cultura dos povos germânicos começaram a se fundir. Os historiadores chamam este período – 476 a 1453 – de Idade Média, vendo-o como uma era distinta entre o mundo antigo e os tempos modernos. A palavra média indica algo que está entre duas coisas, no meio, e, neste caso, entre o antigo e o moderno.

  A Idade Média é dividida em duas fases. A primeira, do século V ao X, denominada Alta Idade Média, corresponde ao período de formação e dissolução dos reinos bárbaros e do crescente processo de ruralização da Europa. A segunda fase, que se estende do século XI ao XV, é chamada de baixa Idade Média. Nesse período, o fim das invasões, o crescimento demográfico e o aumento da produção agrícola permitiram o ressurgimento das atividades comerciais na Europa Ocidental.

   Durante esse longo período, ao contrário do que defendiam alguns estudiosos do século XVI, houve inovações tecnológicas, mudanças políticas e sociais, produções intelectuais, etc., ou seja, a Idade Média foi um período bastante dinâmico.


ATIVIDADE 1 – Observe a charge abaixo e explique como ocorreu a queda do Império Romano

RESPOSTA PESSOAL- Observe os detalhes da imagem. Para onde a carroça está indo? Quem você imagina que é o carroceiro? No texto temos as dicas.

ATIVIDADE 2- Como você viu, a expressão “bárbaros” refere-se aos povos que ocuparam as regiões antes dominadas pelo Império Romano do Ocidente. Embora os romanos os considerassem inferiores, esses povos contribuíram para a formação cultural, política e econômica da Europa Ocidental.


a) Quem eram os bárbaros e como eles influenciaram a queda do Império Romano?

RESPOSTA PESSOAL- Leia o texto com atenção. Essa resposta está relacionada à questão anterior.

b) Cite algumas contribuições dos povos bárbaros para a formação da Europa Ocidental.

RESPOSTA PESSOAL- Leia o texto com atenção. Quais as inovações ocorreram na Idade Media?

c) Pesquise o significado atual do termo bárbaro.

RESPOSTA PESSOAL- Uma palavra pode ter significados diferentes. O link irá ajudar na sua pesquisa https://www.dicio.com.br/barbaro/

d) Os romanos foram preconceituosos ao chamarem os povos germânicos de bárbaros. “Eles recebiam essa denominação, de origem grega, pois os gregos não entendiam a língua dos povos do norte. Em sua opinião, atualmente há grupos opostos que consideram o outro “bárbaro”? Qual a sua posição diante desses conflitos?

RESPOSTA PESSOAL- Um dos significados de bárbaro é indivíduo incivil, grosseiro, rude. Quando não conhecemos o outro temos uma visão preconceituosa. Como você trata o diferente?

ATIVIDADE 3- O conceito de “Idade Média” passou por diversas transformações ao longo dos séculos. Esse conceito foi criado na época do Renascimento, por pensadores e artistas humanistas, que acreditavam que esse período foi marcado pela ignorância e religiosidade excessiva. Já no século XIX, houve mudanças na interpretação do período medieval e os adeptos do romantismo passaram a valorizar a Idade Média. Somente no século XX, historiadores procuraram analisar o período medieval e compreender quais foram as suas contribuições para a formação do mundo contemporâneo. A partir de então, o termo “Idade das Trevas”, uma conotação depreciativa e injusta, passou a não ser mais utilizado pelos historiadores. É possível questionar essa expressão? Quais fatos marcaram o início e o fim da Idade Média? Quais as grandes realizações e transformações deste período?

RESPOSTA PESSOAL – Leia o texto com atenção e observe a imagem abaixo. Será que não ocorreram grandes realizações no período.


ATIVIDADE 4 – Leia o texto a seguir sobre hábitos e costumes medievais que ainda hoje fazem parte do nosso cotidiano.

[...] Nosso cotidiano está impregnado de hábitos, costumes e objetos que vêm de muito mais longe do que se pode imaginar. [...] Pensemos num dia comum de uma pessoa comum. Tudo começa com algumas invenções medievais: ela põe sua roupa de baixo [...], veste calças compridas [...], passa um cinto fechado com fivela [...]. A seguir, põe uma camisa e faz um gesto simples, automático, tocando pequenos objetos que também relembram a Idade Média, quando foram inventados, por volta de 1204: os botões. Então ela põe os óculos (criados em torno de 1285, provavelmente na Itália) e vai verificar sua aparência num espelho de vidro (concepção do século XIII). Por fim, antes de sair olha para fora através da janela de vidro (outra invenção medieval, de fins do século XIV) para ver como está o tempo [...] Sentindo fome, a pessoa levanta os olhos e consulta o relógio na parede da sala, imitando o gesto inaugurado pelos medievais. Foram eles que criaram, em fins do século XIII, um mecanismo para medir o passar do tempo, independentemente da época do ano e das condições climáticas. Sendo hora do almoço, a pessoa vai para casa ou para o restaurante e senta-se à mesa. Eis aí outra novidade medieval! [...] Da mesma forma que os medievais, pegamos os alimentos com colher (criada por volta de 1285) e garfo (século XI, de uso difundido no XIV). Terminada a refeição, a pessoa passa no banco, que como atividade laica, nasceu na Idade Média. Depois, para autenticar documentos, dirige-se ao cartório, instituição que desde a Alta Idade Média preservava a memória de certos atos jurídicos (“escritura”), fato importante numa época em que pouca gente sabia escrever.

Hilário Franco Júnior. Somos Todos da Idade Média. Revista da Biblioteca Nacional. RJ: Sabin, ano 3, mar.2008.

a) Cite exemplos de alguns objetos inventados durante a Idade Média e que ainda fazem parte do nosso cotidiano.

RESPOSTA PESSOAL- Leia o texto com atenção, temos vários exemplos objetos inventados no período medieval

b) Nos dias de hoje ainda temos costumes medievais? Cite exemplos.

RESPOSTA PESSOAL - Leia o texto com atenção, quais costumes herdamos dos tempos medievais?

Assista ao vídeo sobre legado da Idade Media




quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Plano de estudo tutorado volume 5 - semana 4 - 8º ano

PLANO DE ESTUDO TUTORADO 5º VOLUME

Semana 4  História 8º ano

Unidade temática: O Brasil  no século XIX

Subtema:As revoltas no período regencial

                      PERÍODO REGENCIAL, PERÍODO DE INSURGÊNCIA

    A Regência Una de Feijó foi marcada pela incapacidade do regente em resolver as tensões sociais que dividiam a sociedade do recém formado Estado Brasileiro. As elites locais, desejosas de manter a autonomia conquistada no processo de independência e nos primeiros anos de regência, aproveitaram a fragilidade governamental do Estado para promover rebeliões, algumas separatistas, visando exercer governos locais que beneficiassem seus interesses políticos e comerciais. Em outros casos, grupos sociais que passaram anos massacrados por um sistema opressor, buscavam reconhecimento de seus desejos de autonomia dentro desta sociedade.

    Em 1837, na província da Bahia, o médico e jornalista Francisco Sabino liderou um grupo descontente de militares, profissionais liberais, comerciantes, populares e negros livres. Os revoltosos não aceitavam a falta de autonomia comercial da província baiana com o fato dos postos administrativos mais importantes serem indicações do Governo Central. Em 6 de novembro de 1837, rebeldes ocupam o Forte de São Pedro e declaram o rompimento com o Governo Central no Rio de Janeiro. Foi decretada a República da Bahia até a maioridade de D. Pedro II, datada para 1844. Entretanto, a reação violenta do Governo Central no ano seguinte, resultou em mais de 2 mil mortos e à prisão dos seus líderes, sufocando o movimento. Este movimento recebeu o nome de Sabinada.Note que não desejavam separação definitiva do Brasil e sim o rompimento com o Governo Regencial.

    Em 1835, também na cidade de Salvador, uma revolta de escravizados escancarou o problema gerado pela manutenção da mão-de-obra escrava no Brasil. A chamada Revolta dos Malês, organizada por cerca de 600 negros escravizados declarados como muçulmanos (malês, no idioma iorubá), buscou libertar escravos nas proximidades da cidade, matando algozes ou seus traidores. O objetivo mais amplo era acabar com a escravidão no Brasil, mas apesar do forte idealismo, a Revolta foi sufocada pelas tropas do governo.

   No Maranhão em 1838, um movimento liderado pelo artesão Manuel Francisco dos Anjos Ferreira, o Balaio, buscou acabar com a opressão imposta pelos grandes fazendeiros da região, responsáveis por um sistema que deixou grande parte da população na mais profunda miséria. Na Balaiada, como ficou conhecida, artesãos, vaqueiros, escravizados, camponeses que tomaram o poder central e decretaram a expulsão dos portugueses da região. Com ajuda de tropas do Rio de Janeiro, o governo maranhense combateu violentamente os revoltosos e sufocaram o movimento em 1841, deixando um saldo de 12 mil mortos, entre camponeses e escravizados.

    Na província do Grão-Pará, havia um descontentamento por parte da sociedade local contra a presença de portugueses nos mais altos cargos públicos desde o Primeiro Reinado. Os comerciantes locais buscavam livrar-se do controle imposto pelos comerciantes portugueses, que por controlar a administração local, impediam o crescimento econômico dos nativos. O abismo social existente na região, onde uma parcela de ricos comerciantes contrastava com uma massa gigantesca de camponeses e indígenas que viviam com condições de miséria extrema, foi outro fator determinante para a deflagração do movimento da Cabanagem, liderada pela população mais pobre residente em cabanas às margens dos grandes rios. Entre 1835 e 1840, grupos de rebeldes combatiam tropas governamentais pelo poder na província, terminando com a vitória do Governo e deixando um resultado estimado de 30 mil mortos.

      Outro pequeno movimento de contestação ao domínio dos comerciantes portugueses na sociedade local ocorreu em Cuiabá, Mato Grosso, em 1.834. Comerciantes locais reivindicam maior autonomia na província e passaram a realizar saques e assassinar portugueses, tomando o poder na região por três meses. Entretanto, o movimento foi reprimido e seus líderes presos no que foi chamada de Rusgas Cuiabanas.

      A mais duradoura rebelião regencial ocorreu na região Sul e recebeu o nome de Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha. Naquela época, estancieiros (fazendeiros) locais tinham como atividade econômica a criação de gado para a produção de charque. Como tinham relacionamento estreito com comunidades do Uruguai, onde possuíam grandes propriedade de terra, os estancieiros pediam ao Governo Central a livre circulação de mercadorias e gado entre os dois países, facilitando o transporte de seus produtos. Em contrapartida, pediam o aumento da taxação de produtos vindos da Argentina, pois a taxa cobrada deixava o produto brasileiro com o valor mais alto do que os produtos importados.

    A revolução começa quando o estancieiro Bento Gonçalves depõe o Governador da província, assumindo o controle governamental. Três anos mais tarde, os rebeldes declaram a República de Piratini, uma nação separada do Brasil e foram seguidos por estancieiros de Santa Catarina, proclamando a República Juliana, com a liderança do italiano Giuseppe Garibaldi. Tropas governamentais partidas do Rio de Janeiro foram enviadas para sufocar o movimento travando batalhas que durariam 10 anos e um número elevado de mortes. Ao fim do movimento, Luís Alves de Lima e Silva, o Barão de Caxias, que futuramente foi chamado de Duque de Caxias, liderou um exército de 12 mil homens e venceram os farrapos. Apesar de serem separatistas e persistirem por uma década, o Governo Imperial anistiou os revoltosos, respeitando as patentes militares conquistadas no exército dos farrapos e atendeu o desejo de aumentar a taxação de produtos estrangeiros, tudo isso em função daquela região ser de importante estratégia para o Império Brasileiro.

ATIVIDADES

1 – Diante do que foi estudado sobre o período Regencial e as revoltas ocorridas no período, redija um texto explicando como a instabilidade política da época favoreceu a eclosão de conflitos em praticamente todas as regiões do território brasileiro. Analise as causas de todos os conflitos estudados e busque achar um denominador comum entre os movimentos.

RESPOSTA PESSOAL- Observe  com atenção o quadro sobre as revoltas regenciais e tire suas conclusões. O que essas revoltas têm de comum/igual?


Assista ao vídeo sobre as revoltas regenciais.




Plano de estudo tutorado volume 5 - semana 3 - 8º ano

 

PLANO DE ESTUDO TUTORADO 5º VOLUME

Semana 3  História 8º ano

Unidade temática: O Brasil  no século XIX

Subtema: Período Regencial no Brasil

                       REGÊNCIA NO BRASIL: UMA CRIANÇA À ESPERA DO PODER

      Vimos na unidade anterior que o Primeiro Reinado no Brasil foi marcado pelo autoritarismo imposto pelo Imperador D. Pedro I, refletindo em conflitos de interesses entre brasileiros e portugueses. O fim deste breve e conturbado reinado é marcado pela abdicação de D. Pedro I em favor de seu filho, Pedro de Alcântara, em abril 1831. Entretanto, apesar de ser o herdeiro direto ao trono brasileiro, o Príncipe herdeiro não pôde assumir o governo, uma vez que a legislação vigente afirmava que só após completar 18 anos de idade, poder-se-ia exercer o cargo no Brasil e naquele momento, tinha apenas 5 anos de idade. Portanto, pela Constituição de 1824, um governo transitório deveria ser realizado, sendo o país governado por regentes, até que D. Pedro atingisse a idade necessária.

    Neste momento, a sociedade política brasileira estava dividida em três grupos distintos com suas próprias ambições de poder, tornando o período regencial extremamente volátil e turbulento. Existia o grupo dos Restauradores, formado por comerciantes portugueses e funcionários públicos, apoiavam a volta de D. Pedro I ao poder, não apoiavam reformas políticas e econômicas e não eram favoráveis à ideia de brasileiros natos governarem o país. Eram remanescentes do Partido Português.

     No campo da sociedade liberal, estavam os Liberais Moderados, formados por aristocratas rurais, representando a elite dominante no Brasil. Desejavam um sistema de Monarquia constitucional, onde poderiam exercer seu domínio sobre a sociedade mesmo com a presença de um imperador. Por outro lado, existiam os Liberais Exaltados, formado por membros da sociedade urbana e desejavam uma monarquia com maior autonomia as províncias, chegando em alguns casos, reivindicarem a República.

      Devido a urgência em estabelecer um sistema de governo após a abdicação do Imperador, estabeleceu-se uma Regência Trina Provisória, que governaria o país até a instauração da Regência Trina Permanente, que ocorreria ainda em 1831. Diante de um contexto político que estava atendendo diretamente os interesses da aristocracia rural brasileira, foi promulgado o Ato Adicional de 1834, reformando a Constituição de 1824, conciliando o sistema de governo ao desejo de autonomia das províncias. Em uma das determinações do Ato, a Regência Trina fora substituída pela Regência Una.

      Após uma eleição com voto secreto, Diogo Antônio Feijó foi escolhido como líder da Regência Una no Brasil, numa experiência liberal que desagradou profundamente a classe conservadora da sociedade brasileira. Neste momento, passaram a existir dois novos grupos políticos, os Regressistas, desejosos da volta do sistema conservador de governo e os Progressistas, favoráveis as reformas liberais constantes.

    Sem apoio político para governar, com saúde debilitada e forte oposição da Igreja Católica, Feijó abdica do posto de regente em 1.837 em favor de Pedro de Araújo Lima, iniciando a Regência Una Araújo Lima. Desta vez, para conter as inúmeras revoltas sociais eclodidas pela instabilidade política da regência, é escolhido um conservador para governar o país, freando a ascensão dos liberais ao poder.

      As elites liberais das províncias, temerosas em perder suas conquistas de autonomias política e econômica concedidas pelos governos liberais, começaram a formular um plano para deter o avanço conservador e a solução mais ousada estava numa figura que até então permanecia fora dos holofotes do cenário político nacional: D. Pedro II. Diante de um cenário político instável, com várias revoltas sacudindo o país, os liberais antecipam a coroação do jovem príncipe para o ano de 1.840, aos 14 anos, Pedro de Alcântara tornava-se Imperador do Brasil, no que foi chamado Golpe da Maioridade.

1 – Com base no texto estudado e com auxílio de seu livro didático, responda:

a) Quais grupos políticos disputavam o cenário nacional em 1.831 e quais eram suas aspirações?

RESPOSTA PESSOAL- Leia o texto com atenção. Preste atenção nas palavras em negrito.

b) O que foi o Ato Adicional de 1834?

RESPOSTA PESSOAL- Leia o texto com atenção. Preste atenção nas palavras em negrito.

c) Por que foi necessário a presença de governantes regentes uma vez que já havia um Príncipe herdeiro no Brasil?

RESPOSTA PESSOAL- Leia o texto com atenção. Preste atenção nas palavras em negrito.

d) Quem eram os Regressistas e os Progressistas?

RESPOSTA PESSOAL- Leia o texto com atenção. Preste atenção nas palavras em negrito.

e) O que foi o Golpe da Maioridade?

RESPOSTA PESSOAL- Leia o texto com atenção. Preste atenção nas palavras em negrito.

Assista ao vídeo sobre a política no período regencial.



PLANO DE ESTUDO TUTORADO 4 SEMANA 2 - 6º ANO

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