quarta-feira, 4 de agosto de 2021

PLANO DE ESTUDO TUTORADO 3 SEMANA 1 -6º ANO

PLANO DE ESTUDO TUTORADO 3

SEMANA 1 - 6º ANO


Unidade temática:  A invenção do mundo clássico e o contraponto com outras sociedades.


Subtema: Egito Antigo

                                           

                                              Egito Antigo


  A sociedade egípcia é uma das mais famosas e intrigantes do mundo antigo. Os egípcios antigos deixaram um grande legado para a história e é sobre eles que abordaremos esse texto. Ao longo do rio Nilo, diversas cidades e agrupamentos foram se formando por volta do ano 6.000 a.C., cada um desses agrupamentos era chamado de nomos e eram governados pelos nomarcas que concentram poder político e militar em suas mãos. Nesse período, chamado de pré-dinástico, os nomos entravam em conflito entre si, disputando entre eles as terras mais férteis. 

   Devido a esses conflitos e mudanças, formaram-se duas culturas: a Naqada que ocupava o vale do Nilo no Alto Egito e a Maadi, que ocupava o delta do Nilo no Baixo Egito. Por volta de 3.200 a.C. o Alto Egito conseguiu unificar os dois territórios, iniciando o período dinástico do Egito, governado pelos faraós, que eram imperadores, considerados deuses.

     Os egípcios possuíam uma religião politeísta (crença em vários deuses) e zoomórfica (deuses simbolizados por animais). Eles também acreditavam na vida após a morte e para que a alma encontrasse o corpo no outro mundo, eles desenvolveram técnicas de mumificação, que mantinha o corpo preservado por muito tempo. Para a técnica, o corpo era aberto, retirado todos os órgãos, desidratado por sete dias, aromatizado com ervas e depois de todo o processo era enfaixado. O coração era colocado em um recipiente à parte.

   Segundo a religião egípcia, após a morte, o espírito era guiado pelo deus Anúbis até o Tribunal de Osíris, que o julgaria na presença de outros 42 deuses. Seu coração era pesado em uma balança, que tinha como contrapeso uma pena. Se o coração fosse mais leve que a pena, o espírito receberia a permissão para voltar e retomar seu corpo. Caso contrário, seria devorado por uma deusa com cabeça de jacaré. Os egípcios acreditavam em deuses híbridos: metade homem, metade animal (antropomórfica). 

   Os faraós quando morriam eram colocados em sarcófagos (espécie de caixão) e colocados em mastabas, túmulos construídos e ornamentados com escrituras sagradas ou sobre a vida do faraó. As famosas pirâmides do Egito são mastabas gigantescas que ficaram famosas pelo tamanho e pela preservação. 

   Os egípcios também desenvolveram dois tipos de escrita: a demótica mais simples e simbólica e os hieróglifos que eram representados em forma de desenhos que podem ter significados próprios ou representam parte de uma palavra. Esse tipo de escrita era feita somente por um grupo específico chamados escribas, que possuíam um status superior na sociedade e realizavam essas escritas nos papiros ou nas paredes das mastabas. 

 Como já dito acima, toda a sociedade egípcia se formou no entorno do rio Nilo, que era considerado um deus chamado Hapi (o deus da fertilidade) e era representado nas mastabas como um ser azul e com uma grande barriga. De tempos em tempos o rio Nilo passava por períodos em que o nível ficava baixo, permitindo a prática da agricultura e períodos de cheia, que renovava os nutrientes da terra e permitia novas plantações. Devido à riqueza da agricultura local, o poeta grego Heródoto dizia que o Egito era uma dádiva (presente) do Nilo.



1 - Sobre o rio Nilo, responda as questões abaixo:

a) Por que ele era considerado um Deus?

RESPOSTA PESSOAL - Leia com atenção o texto , com destaque as palavras em negrito.

b) Qual a importância do rio Nilo para os egípcios?

RESPOSTA PESSOAL - Leia com atenção o texto , com destaque as palavras em negrito.

c) O que significa “O Egito é uma dádiva do Nilo”, dito por Heródoto?

RESPOSTA PESSOAL - Leia com atenção o texto , com destaque as palavras em negrito.


2 - A mumificação era uma importante prática dos egípcios antigos. Sobre essa prática responda:

a) Como era feito o processo de mumificação dos corpos?

RESPOSTA PESSOAL - Leia com atenção o texto , com destaque as palavras em negrito.

b) Qual o objetivo religioso da mumificação?

RESPOSTA PESSOAL - Leia com atenção o texto , com destaque as palavras em negrito.

c) Qual a relação entre a mumificação e as pirâmides do Egito?

RESPOSTA PESSOAL - Leia com atenção o texto , com destaque as palavras em negrito.


3 - Os egípcios desenvolveram dois tipos de escrita: o demótico e o hieroglífico. Diferencie os dois tipos de escrita, caracterizando cada uma delas.

RESPOSTA PESSOAL - Leia com atenção o texto , com destaque as palavras em negrito.


4 - O início da história egípcia é chamado de Pré-dinástica. Explique a diferença desse período para o período faraônico

RESPOSTA PESSOAL - Leia com atenção o texto , com destaque as palavras em negrito.


Assista aos vídeos sobre o tema







PLANO DE ESTUDO TUTORADO 3 SEMANA 1 - 8º ANO

PLANO DE ESTUDO TUTORADO 3

SEMANA 1 - 8º ANO

Unidade temática: Os processos de independência nas Américas


Subtema: Inconfidências e chegada da família real portuguesa ao Brasil

                          

                           Os caminhos da independência: 1808 a 1822.

No final do século XVIII, a colônia brasileira passou por alguns movimentos sediciosos que contestavam a autoridade da monarquia portuguesa. No início de 1789, contra a possível derrama para pagamento das dívidas, a elite mineira arquitetou um plano de separação que foi frustrado por delações de alguns envolvidos. Foi a chamada Inconfidência ou Conjuração Mineira. Em 1798, imbuídos dos ensinamentos da Revolução Francesa, as classes populares soteropolitana também buscam a separação da Bahia de Portugal. Foi a chamada Conjuração Baiana.

   Após esses dois movimentos, que foram severamente combatidos pelas autoridades portuguesas, a colônia viveu um período de tranquilidade política. Já a sede do império português, o território europeu, passa a viver uma instabilidade política e econômica decorrente da ascensão de Napoleão Bonaparte ao comando da França e suas investidas bélicas contra o principal aliado dos portugueses na Europa: a Inglaterra.

  Em 1806, o Império Napoleônico decretou um bloqueio comercial aos ingleses. As nações europeias são forçadas a aderir sob pena de invasão do temido exército francês. O governo português ficou numa situação difícil: ou aderiu ao bloqueio por pressão francesa, perdendo sua aliança com a Inglaterra (que poderia requerer pagamentos de dívidas e retaliar a decisão portuguesa), ou manter-se-ia aliado da Inglaterra e sofreria as sanções franceses e invasão territorial.  As discussões políticas portuguesas decidiram pela transferência da corte, a sede monárquica, para a capital colonial da América: a cidade do Rio de Janeiro. Essa decisão possuía um viés bastante econômico: o Brasil respondia por cerca de 60% de toda a riqueza gerada pelo império português anualmente. A transferência da sede garantia aos portugueses, além do controle do Brasil, o controle dos territórios na África e Ásia e sua aliança com a Inglaterra.

   No final de 1807, a monarquia portuguesa se transfere para o Brasil. Em janeiro de 1808 desembarcam em Salvador, onde o príncipe regente D. João (o herdeiro do trono governava em nome da mãe, D. Maria I, declarada incapaz) abre os portos brasileiros às nações amigas (Inglaterra). Esse ato marca o fim do pacto colonial entre Portugal e Brasil.

  Em março de 1808, a família real portuguesa, e seu séquito de quase 15 mil súditos da nobreza, passa a habitar a cidade do Rio de Janeiro, que precisará passar por reformas estruturais para receber tantas pessoas e seus hábitos de classe privilegiada. Sendo assim, a capital do Brasil passa por diversas mudanças, além de algumas outras regiões do país. “[A chegada da corte] afetou tão intensamente tantos aspectos da vida brasileira – economia, política, sociedade, cultura, comportamento e outros – que alguns historiadores a ela se referem como a “segunda descoberta do Brasil”. (MARTINS, R. B. A transferência da corte portuguesa para o Brasil: impactos sobre Minas Gerais. 2021.).

   A transferência da corte necessitou na implantação dos aparatos administrativo e burocrático do Império português. Entre esses aparatos, pode-se citar: criação do Banco do Brasil, Conselho da Real Fazenda e Imprensa Régia (1808). Há também os aparatos educacionais e culturais: Real Academia Militar; da Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica; da Real Biblioteca (1810), do Teatro Real de São João (1813), do Jardim Botânico e da Missão Artística Francesa (1816).

  Em 1810, Inglaterra e Portugal assinam os tratados de Aliança e Amizade e de Comércio e Navegação. Esse último dava vantagens comerciais de importação aos produtos ingleses frente aos produtos portugueses e das demais nações aliadas de Portugal.

  Em 1815, com a derrota definitiva de Napoleão no cenário europeu, o Brasil se torna reino unido à Portugal (a chamada Inversão brasileira) para que o governo português pudesse participar do Congresso de Viena (reunião das lideranças europeias para redefinir a configuração geopolítica do continente após os 25 anos revolucionários da França). A missão francesa é, inclusive, um passo de reconciliação entre portugueses e franceses.

  A rainha D. Maria I falece em 1816 e D. João é coroado, no Rio de Janeiro, em 1818, como D. João VI. Em 1817, a região nordestina passa por um movimento sedicioso separatista: a Revolução Pernambucana. As lideranças desse movimento eram contrárias ao alto custo de vida, ao aumento dos impostos e ao abandono da região por parte do governo da Corte. Portanto, buscaram a separação e a fundação de uma república reunindo algumas províncias do nordeste.

   Em 1820, em Portugal, na cidade do Porto, eclode um movimento constitucionalista que força à assinatura de uma Constituição para o país. As cortes portuguesas (parlamento) passam a gerir o país e a família real a representá-lo. O parlamento português exige a volta da família real, que retorna ao país em 1821. Entretanto, o rei, D. João VI, deixa, no Brasil, como regente, o herdeiro da casa de Bragança: o príncipe Pedro.

  A manutenção do herdeiro português no Brasil gera conflitos entre os interesses da elite portuguesa e os da elite brasileira. Durante o ano de 1822, em vários momentos, as cortes portuguesas emitem ordens de retorno de D. Pedro a Portugal e, por fim, em agosto, a ordem de recolonização do Brasil.

  Apoiado por brasileiros e por portugueses residentes no Brasil, em 07 de setembro de 1822, D. Pedro emancipa o Brasil em relação a Portugal. Nos meses seguintes desse ano, D. Pedro foi considerado defensor perpétuo do Brasil e, em dezembro, coroado Imperador, sob o nome de D. Pedro I.


1 - Utilizando seu livro didático e/ou pesquisa em sítios da internet, preencha o quadro comparativo: 



CONJURAÇÃO MINEIRA (1789)

CONJURAÇÃO BAIANA (1798)

OBJETIVO COMUM

FIM DO PACTO COLONIAL


COMPOSIÇÃO SOCIAL


SEGMENTOS MÉDIOS E POPULARES 

INFLUÊNCIAS

INDEPENDÊNCIA DAS TREZE COLÔNIAS INGLESAS NA AMÉRICA


PROPOSTAS  SOCIAIS


RADICAL - FIM DA ESCRAVIDÃO

CAUSAS


ASPECTOS SOCIAIS E CRISE DE ABASTECIMENTO

MODELO POLÍTICO

REPÚBLICA



RESPOSTA PESSOAL- Leia com atenção o quadro comparativo acima .


2 - “Um dos problemas centrais que acompanhou o Rio de Janeiro, desde a sua fundação até a chegada da Família Real em 1808, foi a questão da água, tanto no que diz respeito à obtenção de água potável, ao escoamento das águas pluviais, quanto à drenagem e ao aterramento de regiões alagadiças. Se, em 1808, o problema do abastecimento de água estava razoavelmente solucionado, o mesmo não se pode afirmar do seu escoamento. Antes da chegada da Família Real, a questão já era um problema e, à medida que a cidade aumentava, piorava. Em uma época em que não existia sistema de esgotos nem, muito menos, de tratamento destes, havia apenas três soluções para o escoamento dos dejetos humanos no Rio de Janeiro. A primeira, utilizada pelas casas não tão abastadas, consistia em acumular o lixo no pátio da residência esperando que as chuvas tropicais o levassem. A segunda, e muito pitoresca, era a utilização de escravos que deveriam carregar os dejetos em tinas levadas às costas e despejá-los na Baía de Guanabara. A terceira solução era derramar o lixo nas ruas que possuíam valas, ou nas próprias, e esperar que estas o levassem até o mar”. (rj.gov.br/arquivo Págs. 58-73.)

a) Quais os principais problemas enfrentados pela população carioca até a chegada da corte portuguesa, em 1808?

RESPOSTA PESSOAL - Questão de interpretação , leia com atenção o texto com destaque as palavras em negrito

b) Esses problemas ainda persistem nas cidades brasileiras, na atualidade? Justifique.

RESPOSTA PESSOAL- Todos os brasileiros têm acesso à água potável em suas residências ? E tratamento de esgoto? A maioria de nós somos privilegiados pois não passamos por esses problemas. Produza uma pequeno texto sobre o assunto .

c) Quais eram as formas utilizadas, no século XIX, para escoar os dejetos humanos?

RESPOSTA PESSOAL E COM O NARIZ TAMPADO -  Questão de interpretação , leia com atenção o texto com destaque as palavras em negrito


3 - Quais as razões para, em 1815, o Brasil ter sido elevação do Reino Unido à Portugal e Algarves?

RESPOSTA PESSOAL - Se o governo do Império portugues está sediado no Brasil,  uma simples colônia teria voz numa reunião com as maiores potências europeias ? Leia com atenção o texto com destaque as palavras em negrito


Assista aos vídeos sobre o tema 





PLANO DE ESTUDO TUTORADO 4 SEMANA 2 - 6º ANO

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